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Etanol: oferta brasileira deve atender aumento da mistura na gasolina (E32)

  • 16 de jul.
  • 1 min de leitura

Matéria publicada pela agência Bnamericas mostra como a oferta brasileira de etanol deve sustentar sem dificuldades a elevação da mistura do biocombustível na gasolina de 30% para 32% (E32), medida aprovada pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) em julho de 2026, com vigência inicial de 180 dias.


Como explica Marcus D'Elia, sócio da Leggio Consultoria, a demanda adicional pelo combustível deve subir em aproximadamente 900 milhões de litros por ano — projeção 10% abaixo da estimativa da União Nacional da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica), de 1 bilhão de litros. Segundo D'Elia, o volume de etanol importado hoje representa um "percentual irrelevante para o mercado nacional", que produziu 35 milhões de m³ em 2025 — volume ainda mais protegido pela tarifa de 18% que o Brasil já aplica sobre o produto importado.


D'Elia também avalia que o impacto no preço para o consumidor deve ser limitado, já que a defasagem entre o preço da gasolina praticado pela Petrobras e o preço de paridade de importação está em 39%.




Reportagem da Bnamericas sobre aumento da mistura de etanol na gasolina (E32), com participação de Marcus D'Elia, sócio da Leggio Consultoria

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